Depois de dois anos de espera, finalmente olhei os restos de tintura no espelho pela última vez.
Uma violinista e a administradora do maior grupo de grisalhas do Facebook contam como é não se encaixar no padrão desde antes de serem grisalhas.
No começo deste texto, me questionei por que ainda escrevo sobre isso. No final, comprei um livro caro em inglês (e em dólar) para estudar e continuar…
Volto dia 14 de janeiro. Para ninguém ficar com saudade, preparei um texto-diário bem egocêntrico.
As histórias com a transição para o cabelo branco podem ser diferentes, apesar dos nossos sentimentos em comum
Segundo Telma Lenzi, dialogamos com vários personagens internos — alguns mais tradicionais, outros mais livres. A grande questão está em saber qual voz…
Imagino que muitas mulheres tingiram o cabelo pela primeira vez sem pensar que poderiam seguir com os fios brancos na cabeça. Por quê?
Conversei com meus tios para saber se o cabelo branco os incomodava. As respostas parecem até um manifesto para nós, mulheres.
O mito da rivalidade feminina não perdoa nenhuma arena. Mas precisamos estar em lados opostos só porque fizemos escolhas diferentes para o cabelo?
Essa história de feitiçaria não é uma invenção de Halloween e revela muito sobre o papel das mulheres na sociedade e o preconceito contra as grisalhas.
Ou será que esse é só mais um sintoma do nosso medo de envelhecer?
Muitas vezes ficamos centradas em nós mesmas e não percebemos que nossas experiências também reverberam nas pessoas à nossa volta.